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Talismãs são objetos que carregam pantáculos ou caracteres e que foram consagrados de acordo com uma crença. Possuem supostamente poderes ocultos de proteção, harmonia, energia etc.
Os talismãs podem ser amuletos, feitos com objetos naturais (pedaço de osso, espinha de peixe, uma pena etc.); talismãs propriamente dito, que, mesmo composto com um objeto natural, tem em sua composição algum elemento artificial; e pantáculo, que é a forma mais elaborada do taismã e caracteriza-se por seu aspecto ativo. Ou seja, diferentemente do amuleto e do talismã, mais utilizados para uma suposta proteção, o pantáculo é supostamente um emissor fluídico que irradia forças mágicas e age conforme as forças do Cosmos.



O talismã também pode supostamente representar um papel maléfico, já que segundo algumas religiões e crendices populares os supostos meios mágicos tanto podem ajudar como prejudicar.
Há também os teraphim e os filactérios. Estes são constituídos por pequenos pedaços de pergaminho onde são transcritas passagens das Escrituras, geralmente depositados em duas caixinhas e presos ao corpo na cabeça e no braço esquerdo.[1] Os primeiros são uma espécie de pantáculos de supostas adivinhações e proteção mágica.
A palavra talismã, tem conotações de magia, mas muito antes de atingir essas conotações tinha outro significado: “completar”. Do grego télesma, que significa completude.