O poder do Salmo 144

Um Salmo que vai além da fórmula comum

2 formas poderosas de usar o Poder do Salmo 144 na sua vida e livrar-se de dívidas que estão atormentando, falta de emprego, falta de grana e desânimo.
Se puder, faça as duas formas, uma com o pires e a vela que é mais imediata e a segunda com cópias para distribuir, que também é muito forte..

2 formas poderosas de usar o Poder do Salmo 144 na sua vida e livrar-se de dívidas que estão atormentando, falta de emprego, falta de grana e desânimo.
Se puder, faça as duas formas, uma com o pires e a vela que é mais imediata e a segunda com cópias para distribuir, que também é muito forte..

1) Acenda uma vela branca ou amarela e leia o salmo 144 abaixo mentalizando o que mais precisa de hora em hora 7 vezes (ou seja, serão 7 leituras em 7 horas)
Se puder, faça durante 3 ou 7 dias. Quanto pior for a situação, mais dias traz mais resultados.
Pode ir apagando a vela a cada vez que terminar a leitura e só deixar queimar até o final quando acabar os dias de leitura.
Faça com fé que você vai ser atendido(a).

2) Parte 2 . Faça pelo menos 7 cópias e distribua-as para 7 pessoas que estão enfrentando problemas financeiros ou situações difíceis.
Quanto mais rápido você distribuir as cópias para as pessoas que realmente precisem, mais rápido terá respostas favoráveis.

Aqui está o Salmo para você começar:

2) 1 Bendito seja o Senhor, minha rocha, que adestra as minhas mãos para a peleja e os meus dedos para a guerra;

2 meu refúgio e minha fortaleza, meu alto retiro e meu e meu libertador, escudo meu, em quem me refugio; ele é quem me sujeita o meu povo.

3 ó Senhor, que é o homem, para que tomes conhecimento dele, e o filho do homem, para que o consideres?

4 O homem é semelhante a um sopro; os seus dias são como a sombra que passa.

5 Abaixa, ó Senhor, o teu céu, e desce! Toca os montes, para que fumeguem!

6 Arremessa os teus raios, e dissipa-os; envia as tuas flechas, e desbarata-os!

7 Estende as tuas mãos desde o alto; livra-me, e arrebata-me das poderosas águas e da mão do estrangeiro,

8 cuja boca fala vaidade, e cuja mão direita é a destra da falsidade.

9 A ti, ó Deus, cantarei um cântico novo; com a harpa de dez cordas te cantarei louvores,

10 sim, a ti que dás a vitória aos reis, e que livras da espada maligna a teu servo Davi.

11 Livra-me, e tira-me da mão do estrangeiro, cuja boca fala mentiras, e cuja mão direita é a destra da falsidade.

12 Sejam os nossos filhos, na sua mocidade, como plantas bem desenvolvidas, e as nossas filhas como pedras angulares lavradas, como as de um palácio.

13 Estejam repletos os nossos celeiros, fornecendo toda sorte de provisões; as nossas ovelhas produzam a milhares e a dezenas de milhares em nossos campos;

14 os nossos bois levem ricas cargas; e não haja assaltos, nem sortidas, nem clamores em nossas ruas!

15 Bem-aventurado o povo a quem assim sucede! Bem-aventurado o povo cujo Deus é o Senhor.

Talismãs são objetos que carregam pantáculos ou caracteres e que foram consagrados de acordo com uma crença. Possuem supostamente poderes ocultos de proteção, harmonia, energia etc.
Os talismãs podem ser amuletos, feitos com objetos naturais (pedaço de osso, espinha de peixe, uma pena etc.); talismãs propriamente dito, que, mesmo composto com um objeto natural, tem em sua composição algum elemento artificial; e pantáculo, que é a forma mais elaborada do taismã e caracteriza-se por seu aspecto ativo. Ou seja, diferentemente do amuleto e do talismã, mais utilizados para uma suposta proteção, o pantáculo é supostamente um emissor fluídico que irradia forças mágicas e age conforme as forças do Cosmos.


O talismã também pode supostamente representar um papel maléfico, já que segundo algumas religiões e crendices populares os supostos meios mágicos tanto podem ajudar como prejudicar.
Há também os teraphim e os filactérios. Estes são constituídos por pequenos pedaços de pergaminho onde são transcritas passagens das Escrituras, geralmente depositados em duas caixinhas e presos ao corpo na cabeça e no braço esquerdo.[1] Os primeiros são uma espécie de pantáculos de supostas adivinhações e proteção mágica.
A palavra talismã, tem conotações de magia, mas muito antes de atingir essas conotações tinha outro significado: “completar”. Do grego télesma, que significa completude.


Ou seja, um talismã é qualquer coisa ou ideia que completa a outra por inteira.
No dicionário Aurélio aparece apenas o significado da palavra atual, de um objeto com poderes de magia. Porém mostra que tem origem dessa mesma palavra grega.(Fonte Wikipédia)