Ventos

Quando capturamos o vento em uma caixa, ele não mais está lá
(ditado chinês)

Vidas ao vento
Vidas ao vento



Quantos de nós tem passado pela vida capturando o vento?
Buscando objetivos vazios, forçando situações,
mantendo relacionamentos complicados,
amizades que mais lembram uma briga,
empregos torturantes que castigam a alma?

Seguimos recolhendo “o nada” em forma de vida,
e quando abrimos a nossa “alma”, que é a caixa da vida,
ela está assim; vazia, abandonada pelos contratempos.
Muitos dos nossos dias são tomados
pelas preocupações com os outros,
pelo que desejamos e não temos,
esquecendo do que já conquistamos.



Somos um poço de emoções,
emoções que por vezes deixam marcas profundas.
É o coração que sai pela boca com o medo,
é no coração entristecido que nasce a depressão,
é na mente transtornada pela emoção da perda,
que nasce o ódio, o desejo de vingança,
e por fim, a apatia que termina com a nossa alegria.

Abra-se para o mundo com um novo olhar:
– Eu preciso tornar a minha vida melhor!
Assim, o mundo vai ganhar mais uma cor,
o jardim da vida mais uma flor,
e o seu exemplo, a sua alegria, a sua paz,
vai ser seguida por alguns que vão entender,
que tudo começa agora, na mudança real,
deste personagem que é o amor da nossa vida,
o ser maravilhoso que habita no interior de nós mesmos.




Eu acredito em você
Paulo Roberto Gaefke

[email_link]


image_pdfimage_print

About Author:

Nascido em Diadema, SP no primeiro dia de janeiro de 1961, capricorniano que adora a vida e conhecer as pessoas, apesar de adorar a reclusão do meu lar. Pai, avô, irmão, filho, cristão, budista, evangélico, católico, espírita, templário, abduzido, desencontrado e meio incerto, assim sou eu…
Paulo Roberto Gaefke no Google +

6 thoughts on “Ventos

  1. Sabe hoje amanheci triste, sem saber bem o porque…mais quando li esse texto, e refleti sobre tudo, percebi q só tenho q agradecer….muito obrigado…bjosss..

  2. Parabéns, Paulo! Você é uma pessoa Iluminada colocando esse transbordamento de sabedoria do seu íntimo aqui, pra gente aprender sempre, e reafirmo: “Somos os centros criadores e as mensagens que proferimos são as mesmas que estão elaborando as nossas Vidas. Precisamos ser a mudança que queremos ver no mundo”.

Comments are closed.