O Banho do aconchego

Banho que afasta a carência afetiva.

As vezes passamos por momentos onde nos sentimos muito sozinhos, com uma carência afetiva maior que o normal.
Fatos que não compreendemos, perdas irreparáveis, separações inexplicáveis, desânimo diante de uma injustiça ou mesmo cansaço diante de uma situação que se repete…
Nos sentimos frágeis e até mesmo, abandonados…
Esta é uma receita de banhos energéticos para esses momentos, são banhos que acolhem, agasalham, acalma, traem paz.
Peça e experimente, sempre que precisar.

Seu nome (obrigatório)

Seu e-mail (obrigatório)


Enquanto Durmo
Zélia Duncan



Muitas perguntas
Que afundas de respostas
Não afastam minhas dúvidas
Me afogo longe de mim
Não me salvo
Porque não me acho
Não me acalmo
Porque não me vejo
Percebo até
Mas desaconselho…



Espero a chuva cair
Na minha casa, no meu rosto
Nas minhas costas largas
Eh! Eh! Eh!
Espero a chuva cair
Nas minhas costas largas
Que afagas enquanto durmo
Enquanto durmo
Enquanto durmo…



De longe parece mais fácil
Frágil é se aproximar
Mas eu chego, eu cobro
Eu dobro teus conselhos
Não me salvo
Porque não me acho
Não me acalmo
Porque não me vejo
Percebo até
Mas desaconselho…

Espero a chuva cair
Na minha casa, no meu rosto
Nas minhas costas largas
Eh! Eh! Eh!
Espero a chuva cair
Nas minhas costas largas
Que afagas enquanto durmo
Enquanto durmo
Enquanto durmo…

Eh! Eh! Eh!
Espero a chuva cair
Na minha casa, no meu rosto
Nas minhas costas largas
Hon! Eh! Eh! Eh!


image_pdfimage_print

About Author:

Nascido em Diadema, SP no primeiro dia de janeiro de 1961, capricorniano que adora a vida e conhecer as pessoas, apesar de adorar a reclusão do meu lar. Pai, avô, irmão, filho, cristão, budista, evangélico, católico, espírita, templário, abduzido, desencontrado e meio incerto, assim sou eu... Paulo Roberto Gaefke no Google +