Nunca seremos totalmente felizes

Nunca seremos plenamente felizes, nem plenamente completos!
Nem com promessas da sociedade de consumo,
nem com religiões milagrosas e “pastores” cheios de palavras,
nem com a visão de um futuro prometido de paz e perfeição.

“Somos eternos insatisfeitos e é isso que nos move, é o que dá sentido a vida.”

É exatamente a falta desse conhecimento;
a perda da certeza de que nunca seremos plenamente felizes,
é que leva muitas pessoas sábias e cheias de vida ao suicídio,
ou ao total alienamento da vida, caindo na depressão profunda,
na mania de perseguição ou nas síndromes silenciosas.

Tudo passa:
a tristeza que parece não ter fim,
a alegria que é tão gritante que não cabe em um sorriso,
a esperança enorme que te guia,
o amor que aconteceu de forma tão louca,
e tudo aquilo que parece eterno,
porque tudo tem um fim.
Tudo tem um ciclo:
tem começo, meio e fim,
até a dor!

Por isso, não se desespere por nada!
A não ser a falta de motivação para viver,
Pois, basta a cada dia, a sua própria experiência.
Tudo se renova, tudo pode ser novo,
inclusive o velho hábito de achar tudo sempre igual.

Seja um champagne de primeira; beba-se!
Seja o prato gourmet delicioso, saboreie-se!
Seja a mágica do impossível, renove-se!
Duvidaram de você, viva, é hora de provar o contrário.
Falaram mal de você? Pura inveja, sinta-se mais forte.
Hoje é o seu dia, todos os dias.

Paulo Roberto Gaefke
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About Author:

Nascido em Diadema, SP no primeiro dia de janeiro de 1961, capricorniano que adora a vida e conhecer as pessoas, apesar de adorar a reclusão do meu lar. Pai, avô, irmão, filho, cristão, budista, evangélico, católico, espírita, templário, abduzido, desencontrado e meio incerto, assim sou eu... Paulo Roberto Gaefke no Google +