De repente o amor…

Parado eu me perco em devaneios,
sonho e vou longe, vôo.
Quase te alcanço, e me espanto,
o coração vive pregando peças,
por mais que eu fuja, mais me aproximo de você,
por maior a distância, mais perto eu te sinto,
e tudo, tudo lembra você.

De repente, assim do nada, o amor.
Chega sem pedir licença,
sem perguntar qual é a sua crença,
Apenas marca a alma, finca a presença.

E dai em diante, é só deixar o barco seguir,
e nessa viagem meio louca, quase insana,
o amor se muda para nossa casa, de mala e cuia,
e a solidão foge para bem longe,
e o encanto, o milagre, a vida,
tudo se funde em um único sentimento,
um desejo de ficar assim, para sempre,
no colo e nos braços do amor,
sentindo a sua doçura e o seu calor.

Que o amor entre na sua casa,
faça morada e não pague aluguel,
apenas te pegue de jeito,
transforme seu lar, num pedaço do céu,
para você rir a toa, como sempre quis,
e ser assim, simplesmente feliz.

Eu acredito em você

Paulo Roberto Gaefke
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About Author:

Nascido em Diadema, SP no primeiro dia de janeiro de 1961, capricorniano que adora a vida e conhecer as pessoas, apesar de adorar a reclusão do meu lar. Pai, avô, irmão, filho, cristão, budista, evangélico, católico, espírita, templário, abduzido, desencontrado e meio incerto, assim sou eu... Paulo Roberto Gaefke no Google +

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