10 mudanças para ser mais feliz

Com base no livro “Como Ser Feliz – A receita científica para a felicidade” de Sonja Lyubomirsky, que baseada nas mais recentes descobertas na área da Psicologia e na extensa investigação levada a cabo pela própria autora, trago as 10 mudanças indispensáveis para a compreensão da natureza da felicidade.
Vale a pena ler e praticar para sentir-se ainda melhor.
Um Guia imperdível para quem busca ser melhor a cada dia e é claro, ser mais feliz.
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A Astrologia começa a tomar forma na Mesopotâmia, onde se utilizava as previsões astronômicas para se fazer calendários agrícolas,além de se prever a sorte do soberano, do Estado e de todos os fatos importantes da vida pública. À partir daí, se espalhou em todas as direções: Pérsia, Índia, Arábia, Egito, Grécia.



Cartas estelares egípcias anteriores a 4200 a.C., monumentos em Babilônia e Ur (como os famosos zigurates, de 2000 a.C.), eram utilizados para observar o céu e prever eclipses.
A Astrologia chega à Grécia através de Beroso (280 a.C.), vindo da Mesopotâmia para ensinar em Cós, assim como Cono de Samos, amigo de Arquimedes.
Ao relacionar os quatro elementos (água, terra, fogo e ar) com os quatro princípios elementares (quente, frio, seco e úmido), Aristóteles contribui para fixar o código de interpretação astrológica.
Hipócrates, pai da medicina, observava no organismo humano uma correspondência com os ritmos próprios da natureza: o ciclo de enfermidades e os dias críticos. Segundo ele, o médico que não conhecesse a Astrologia não teria o direito de tocar em um doente.



ROMA

Virgílio, nas suas Geórgicas, deixa a Astrologia guiar sua obra poética. Manilius, no seu Astronomicon, celebra a Astrologia como uma revelação divina. Sêneca lhe consagra uma parte em suas Questões Naturais. Ao imprimir seu signo (Capricórnio) em uma moeda da época, Augusto refletia a tendência vigente, quando as grandes famílias e os imperadores possuíam seus astrólogos favoritos.
Fonte : IOL: http://www.portaliol.com

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About Author:

Nascido em Diadema, SP no primeiro dia de janeiro de 1961, capricorniano que adora a vida e conhecer as pessoas, apesar de adorar a reclusão do meu lar. Pai, avô, irmão, filho, cristão, budista, evangélico, católico, espírita, templário, abduzido, desencontrado e meio incerto, assim sou eu... Paulo Roberto Gaefke no Google +

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